Aí que eu to o fim de semana todo ensaiando pra fazer um post muito sério, sobre uma coisa muito séria que aconteceu sexta-feira de madrugada. E não to sendo irônica. Acontece que eu não sei se consigo, nem sei se quero conseguir. A hora que eu não ficar enjoada e com vontade de chorar só de pensar quem sabe eu fale a respeito.
Por enquanto vamos manter a futilidade e vagabundagem em primeiro plano. Porque né, no fim das contas eu não passo de uma pessoa de massa encefálica limitada que perde uma média de 100 neurônios por noite durante os 3 meses que o BBB fica no ar e cujo passatempo favorito consiste em estourar plástico bolha.
Eu continuo tão sem assunto quanto semana passada. O carnaval é semana que vem, meu aniversário é daqui 15 dias e eu não tenho a mais vaga idéia do que fazer em nenhuma das duas ocasiões. To aqui com a melhor sequência de print screen EVER e não posso postar porque seria dar pala demais e né, não to afim.
E porque esse post com esse título, você me pergunta. Bom, isso é simplesmente porque esse post não diz nada com nada e eu acabei de ler pela segunda vez O Dia Do Curinga, um dos meus livros favoritos, e cheguei à conclusão de que eu sou o Ás de Copas.
Então o que me resta? Além de ficar estourando plástico-bolha, claro.
Bom, tá no ar mais uma edição do podiquésti de menor audiência de todos os tempos (ninguém nem ouve né, eu fico postando porque sou desocupada MESMO I guess).
Fora isso, toma pra vocês o formulário mais útil que eu já vi na minha vida. Em tempos que a psicopatia tá tão em voga, sempre bom ter um desses à mão. #FIKDIK
Fora isso me resta dizer o que? Nada né?
Então tá. Fica aquele meu caloroso beijo pra cena gay brasileira que curte demais semear a discórdia. E não, eu não to me referindo ao Big Brother dessa vez.
Não se esqueçam amigues: vocês podem me responsabilizar por toda a tragédia do mundo, mas no fim do dia SÓ JESUS SALVA!














Enfim né.






