Pronto, você acaba de garantir um mínimo de 40 minutos de entretenimento.
A brincadeira pode ser feita tanto de pé quanto sentada no skate.
Algumas recomendações:
- retirar das proximidades objetos de valor que possam quebrar
- se o seu quarto tiver a extensão do plástico bolha, evitar fazer na direção da janela, pois há um risco de perda de controle do skate e tentativa inadvertida de suicídio.
I tend to fall. I fall all the time, actually. We’re talking here about such a lack of natural balance that I don’t even need alcohol in my system in order to take huge and unexplainable falls.
Obviously alcohol always helps, making everytime I fall seem even worse. But you can’t take seriously what happens when your drunk if it’s during your time sober that it happens faster and you realize the size of the bruises and how much they hurt.
Now, I’m that reckless kind of person that takes bigger steps than her legs are able to handle. Add that to the fact I have a jackass spirit that attracts me to the impossible until I feel I’m pushing every limit and you can imagine the kind of fucked up falls I’m talking about. I could take pictures of the scars I carry to explain it better, but the ones that remain are too little compared to the great ones that already disappeared.
The fall itself is never that bad. Danger is always overwhelmed by the rush that takes over when you reach the point of no return. It’s not even hitting the ground that sucks, cause the adrenaline is still all there and you’re having too much fun to even notice the blood. It’s only after a while that you’re able to realize that what seemed to be a tiny cut might become a major injury.
I’ve fallen over and over. In different places, all over the world, hurting every single part of my body. I’ve broken my arms, my legs, I even cut my head open. I became such a master in the art of falling that physiotherapists threw me a birthday party once, and the nurses of every place I worked waited for me to show up, knowing that I’d end up there at some point of the day.
Still, every fall manages to amaze me. Be it dancing or simply tripping on my own feet, I’m always surprised.
Right now I’m at that part when you feel concrete slicing your skin open and say “oh fuck… Oh wait, I can still stand up, nevermind”. You know, like when you’re riding a skateboard downhill, try to make a turn at the bottom, fail and get thrown into the air. The impossible speed and sudden change of direction awake all of your senses just to numb them all the next second, so you can’t tell exactly how it is that you’re hitting your back and your knees all at once when they’re in opposit sides of your body. You feel like you’re still able to keep riding, but as you get back on your feet you begin to wonder how bad will it look once this is all over.
Tá, confesso que eu escolhi esse título só pelo shock value. Mas até que ele faz bastante sentido, principalmente considerando que acabaram de me mandar no Facebook uma foto de uma menina numa geladeira falando o seguinte: “na hora que eu bati o olho na foto pensei meu deus é a Tate e, óbvio que eu não duvidei que seria possível ser você mesmo”. Qué dizê, nego espera absolutamente qualquer coisa de mim. A isso eu dedico a parte IDIOSSINCRACIA do título, que pra você que vem aqui em busca de cultura, deriva do grego “temperamento peculiar”.
SUI GENERIS é do latim “único em seu gênero” e aplica-se tanto a atividades quanto a comportamentos. E levando em conta minha vida eu não preciso explicar o porque de ser um termo que muito me atrai.
Na verdade eu ia fazer um post super mimimi porque ontem percebi que o Dia dos Namorados do 31 crew teve uma importância até maior do que eu tinha imaginado. Mas né, já deu de bichice essa semana. Aí eu pensei em fazer um post de auto-análise sobre o meu atual status de transtorno mental, mas cheguei à conclusão de que apesar desse blog ser referência em oversharing e overreacting, não seria nem um pouco benéfico e não me ajudaria a esclarecer nada, então desisti disso também. Ou seja, esgotei minhas alternativas e to aqui falando nada com nada CRENTE que alguém ainda não se ligou disso e continua lendo.
Enfim, to aqui, meio entediada porque resolvi não pensar e pensar era a única coisa que tava me enlouquecendo ultimamente. E né, eu preciso enlouquecer senão não vejo muita graça nas coisas, então sei lá, talvez eu deva procurar um novo hobby, ponto-cruz quem sabe, qualquer coisa que ocupe minha cabecinha estúpida a ponto de me deixar bastante nervosa mas sem riscos mais graves. Ou talvez eu deva me tatuar. Se bem que não, porque isso pode gerar um conflito que eu também não to afim de lidar, ainda to digerindo o último.
Ah, beleza, enrolei tanto aqui que falta só uma hora pra eu ir embora, vou arrumar minhas coisas. E sim, eu demoro UMA HORA pra arrumar minha mesa antes de ir embora. Por algum motivo ao longo do dia forma-se uma pilha de coisas ao meu redor que olha, às vezes uma hora não chega a ser suficiente – INVEJEM a minha capacidade de gerar o caos.
E se você leu até aqui e está olhando pro seu computador com cara de WTF? sinto muito, pelo título você devia ter imaginado que não ia sair nada muito coerente. Aliás, pelo conjunto da obra do blog isso já está implícito. E aqui não tem ombudsman nem SAC, então deal with that – pensa que podia ser pior, você só lê aqui porque quer, e eu que tenho que lidar comigo o dia todo, todo dia?
Aí vem minha avó e diz que não pode ouvir Lulu Santos até hoje sem lembrar de mim. Porque quando eu tinha meus 8 anos eu implorava e fazia ela gravar todas as músicas dele em fitas k7.
É, eu gosto de poesia barata. De poesia fácil. De frases rimadas. De xavecos furados. Eu gosto de acreditar que escreveram pra mim. E como ninguém escreve e eu escrevo até pra quem eu não conheço eu me apego à idéia de que certas músicas foram feitas pra mim, nem que sem querer.
Começou porque minha me dizia quando eu era pequena que o Cazuza SÓ PODIA ter escrito “Exagerado” pensando em mim. Depois foi “Faroeste Caboclo” dizendo “nunca brinque com um Peixes de ascendente Escorpião”. E por aí foi, tem músicas que marcaram tanto algumas épocas que eu fico até com um pouco de vertigem de tanto lembrar quando escuto depois de um tempo. Eu até ia listar aqui, mas vai me dar labirintite se eu parar pra pensar demais nisso.
E né, I digress. Não é essa a questão.
Eu mudei todas as minhas senhas (todas, hahaha, era uma só pra tudo). Eu parei de usar a correntinha no pescoço (ugh, preciso de outra ASAP). Tudo pra tornar os próximos dois meses e meio os mais agradáveis possíveis. Desapego, desapego, desapego. Eu queria que alguém escrevesse pra mim.
Tomando o mundo feito coca-cola. Ou tequila, no caso.
E aí bate aquela sensação de que alguma coisa está pra acontecer.
Daquelas que mudam o eixo da sua vida.
Você não tem ideia do que, nem de exatamente quando, mas sabe que falta pouco.
E dá um frio na barriga filha da puta.
Porque todas as vezes que você sentiu alguma coisa parecida com isso, foi menos.
Porque sempre foi uma fase ruim e agora é uma fase boa.
Porque sempre deu medo, e agora você não tem medo de porra nenhuma.
Porque você sempre foi imprestável demais pra merecer alguma coisa minimamente decente e agora você é, digamos, uma pessoa de caráter.
Porque você conta pra sua irmã que está com essa sensação e tudo que ela te diz é:
Montenegro says: (7:24:23 PM)
relax
Montenegro says: (7:24:26 PM)
merda por merda Montenegro says: (7:24:28 PM)
vc ja fez todas Montenegro says: (7:24:30 PM) auauauhha
DEFINITIVAMENTE ninguém me respeita nessa porra né, minha gente?
It doesn’t matter what you did and if you did it like you been told. True and everlasting, that’s what you want
PS.: Ah, caso interesse, hoje teve Fuck Art, Let’s Dance – confesso que não foi o melhor set da história, mas lá tá explicado melhor e né, caguei Brasil.
PS 2.: Deixa eu desabafar aqui que O QUE A GENTE NÃO FAZ POR AMOR NÉ? Puta merda, eu tô a caminho do Villa Country, e acho que quantidade de álcool nenhuma vai tornar essa situação menos LAMENTÁVEL. Eu vou pro céu, eu tenho certeza que esse tipo de atitude equilibra o meu karma.
4 meses. Tem quase 4 meses que eu não me apaixono por ninguém. E eu sei que é o cúmulo da futilidade, mas eu não funciono 100% se eu fico muito tempo sem isso. Eu sinto falta das vontades. E eu não digo vontade de beijar alguém. Isso eu tenho sempre, e chama falta de vergonha na cara.
Eu sinto falta da vontade de pegar na mão de alguém. De levar alguém. E cara, que falta faz isso. Eu perco completamente o foco se eu não tenho alguma coisa me atormentando por completo. Porque é sempre assim quando eu me apaixono né? Eu fico de um lado pro outro tentando fazer funcionar. E nunca funciona, mas faz o resto todo funcionar. Porque é tamanho desespero, tamanha ansiedade, que eu viro um trem bala, tirando tudo da frente, organizando tudo, tentando deixar todo o espaço possível praquilo.
E agora quase 4 meses com tudo lindo e organizado e bonitinho e no lugar, eu to começando a fazer sujeira. Eu to desmontando tudo e jogando de qualquer jeito, até chegar num ponto de caos completo, só pra me apaixonar de novo e entrar nessa porra de ciclo vicioso outra vez?
Cara, é RIDÍCULO.
Porque eu não consigo me deixar em paz?
Então eu to aqui, 4 meses depois e NO LIMITE. Eu to começando a ficar com todos os sintomas que eu tenho antes de surtar. Eu não sinto fome mas como. Eu como e a comida fica entalada na garganta. Eu já já começo a vomitar, meu nariz começa a sangrar e todas essas coisas nojentas e desnecessárias. Fora que eu escrevo menos e bebo mais e isso nunca deu certo.
Mas né, que jeito? Eu não tenho como controlar.
E outra, às vezes nem é isso. Às vezes é só porque Junho tá chegando e eu fico uma puta duma mala sem alça em Junho, Julho e Agosto. Às vezes é só porque eu preciso de férias.
Eu não acho que seja, mas o jeito é esperar pra ver no que vai dar.
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Agora, tem uma coisa que me comove de verdade. ISSO SIM que é amor.
Veja bem: a pessoa aceita que eu tenho 5 tatuagens e que uma delas é bem grande, bem colorida e bem visível. Aceita que eu sou gay. Aceita que eu fumo, bebo e vivo na balada de 5ª a domingo. Aceita que eu converso com meu peixe. Aceita tudo, MENOS a cor dos meus esmaltes. Fica puta, DE VERDADE, toda vez que eu faço a unha.
Prioridade, não trabalhamos.
(mas vai ver é exatamente por isso que no fim das contas a gente se entende de um jeito que ninguém mais consegue)
Tava eu ontem assistindo Ghost Whisperer (é, eu assisto mesmo) e o fantasma do dia era a Maria Sangrenta, aka Bloody Mary. Aí eu me peguei pensando que, se essa lenda urbana fosse real, já era pra eu ter morrido há um bom tempo viu? Porque olha, não dá pra contar as vezes que eu me vi no banheiro do Glória – eu não sei porque, mas é sempre lá que me dá a louca de pedir isso, e sempre por volta de 3, 4 da manhã – incapaz de ficar estável, bebendo água da torneira (jogando nos pulsos e na nuca também), cambaleando a ponto de girar em frente ao espelho e falando Bloody Mary repetidamente – não pra invocar o espírito, e sim pra explicar pro segurança que diabos eu tinha tomado.
Mas se a gente for parar pra pensar, já era pra eu ter morrido há um bom tempo, com ou sem o fantasma da Bloody Mary.
Agora, o que eu queria falar aqui era sobre como eu não tenho estrutura emocional pra ficção. Seja tv, livro ou filme. Eu fico vendo todos os personagens fazendo tudo tão obviamente errado e não consigo entender o porque de tanta burrice. E aí entra a ironia da coisa. EU faço tudo errado, o tempo todo. E a verdade é que eu provavelmente não me conformo com os personagens dos seriados porque eu não me conformo comigo mesma. E cara, eu não to falando de Ghost Whisperer, paradas sobrenaturais. To falando de sei lá, Grey’s Anatomy. De pessoas que não tem contato com alienígenas, super heróis ou coisa que o valha. São burradas elementares, e eu fico na frente da teve gritando PUTAQUEPARIU, CARALHO, PARA COM ISSO! Ou então me emociono e fico orgulhosa quando eles remendam a valeta na qual eles se enfiaram.
Porque? Porque eu tenho a nítida impressão que eu mesma sou personagem de alguém – #showdetrumanfeelings – e preciso acreditar que em algum momento eu vou ter uma iluminação e parar de sempre, eu disse SEMPRE, tomar as decisões mais estúpidas.
É isso que me mata nesse blog. Ele não exige um pingo de criatividade minha. O que eu coloco aqui é e-xa-ta-men-te o que acontece. O único talento que eu exerço é esse de fazer merda em cima de merda e sobreviver. Não que eu não dê valor a isso. Eu só talvez achasse mais graça se não fosse a minha vida. Eu talvez achasse mais interessante se fossem personagens, não pessoas. Não eu.
Mas as vezes é justamente isso que é legal né? Porque olha, eu vejo muitos seriados, e está pra aparecer alguém tão voluntariamente cagado quanto eu. Seja lá quem escreve essa porra, tá de parabéns.
Eu fico pensando que, se eu tivesse o controle disso, eu já tinha tomado alguma providência pra dar um jeito na palhaçada né não?
Se é que eu tenho CAPACIDADE de dar um jeito. E vou te dizer: eu não acho que eu tenha não. Então tem que ser delírio criativo de alguém.
Ou talvez eu simplesmente não esteja tão preocupada assim com a minha situação e tudo isso seja real.
MAS WOOOOOOOW, PARA TUDO BRASIL. Eu escrevi tudo isso SÓBRIA e olha o TEOR e a INTENSIDADE da brisa.
Realmente, meu cérebro é tão danificado que eu não preciso de drogas.
1º passo: acorde ainda bebada e perceba que você perdeu o cartão 2º passo: arrependa-se de ter bebido até perder a dignidade e o cartão 3º passo: bloqueie o cartão pelo bankfone 4º passo: decida que DEFINITIVAMENTE você precisa começar a namorar pra sair dessa vida 5º passo: pegue um ônibus lotado e perceba, no trajeto, que você está mais bêbada do que imaginava 6º passo: choramingue com o financeiro da agência A. MANHÃ. INTEIRA. até que ela se solidarize com a sua situação e ligue para o banco para descobrir como pegar um cartão novo 7º passo: supere o ódio e entenda que, considerando-se a vida que você leva, é um milagre você não ter perdido seu cartão antes 8º passo: vá até o banco depois do almoço, ainda passando meio mal, pegue uma fila de 40 pessoas pagando TODAS as contas possíveis e solicite um cartão provisório 9º passo: pegue seu cartão provisório, erre a senha, e já faça o pedido de um cartão novo
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. 10º passo: volte para a agência e encontre seu cartão original no fundo da mochila.
Mas calma, não vou começar a choramingar as mazelas da vida aqui.
Até porque eu não sou nenhuma injustiçada.
Começou a tocar Mrs. Robinson no meu shuffle místico do itunes
“Laugh about it, shout about it, when you’ve got to chose. Every way you look at it you lose”
Nada é por acaso.
Enfim.
É. Eu sou alérgica à tranquilidade. Que hoje em dia não tem trema mais por causa dessa reforma ortográfica estúpida. Mas eu tremo, com ou sem reforma. Eu não tenho reforma.
Foco Tatiana, foco.
É meu dever admitir que tudo nessa vida “eu fiz porque eu quis” (repita isso pra si mesmo várias vezes, economiza várias horas de autocomiseração), mas também devo dizer, em minha defesa, que eu não tinha muita opção. Era inevitável que eu fizesse em algum momento. Afinal de contas, eu sou uma pessoa que não tem juízo. Eu me jogo e quando vejo já fiz a cagada, já me meti na roubada, já me fudi irremediavelmente. É a minha coisa, é o que eu faço. Tem gente que pensa, sofre e só depois faz a cagada. Gente assim só faz o que faz porque simplesmente não pôde escapar das circunstâncias. E eu até queria dizer que esse é meu caso, mas não é. Eu vejo a cagada vindo lá de longe, vejo ela semanas antes. E até tento desviar, mas algo em minha natureza mais íntima parece exigir que eu cometa todas as cagadas em meu caminho. Minha natureza muitas vezes parece consistir exclusivamente disso. Então eu miro em cada uma delas e acerto todas, às vezes mais de uma simultaneamente, com precisão matemática.
Como disse minha irmã, eu sou que nem aqueles besouros de cocô. Não é que eu faça merdas homéricas. Eu vou acumulando pequenas bostinhas até gerar uma bolota gigantesca na qual me abrigo.
Eu não nego que não presto, eu tenho umas recaídas escrotas.
Mas dessa vez não foi recaída. Eu não vi se aproximando. Simplesmente… Foi. Não deveria ter sido, mas foi. E não adianta eu pedir desculpas. Não se pede desculpas pelo que não se planejou, é hipócrita demais fazer uma coisa dessas. E eu posso ter lá minhas limitações emocionais, mas hipocrisia não é uma delas. Incoerente, cafajeste, tudo bem. Mas mentirosa não.
Não é que eu não sinta remorso. Eu sei que não foi justo, e que dentre todas as pessoas ela não merecia. Não merecia a minha inconsequencia, o meu egoísmo, a minha impulsividade que me leva a fazer coisas que jamais terão justificativa plausível.
Sei lá. Eu deveria pensar, mas eu não consigo.
Eu não lembro como, não sei o porque, sei só que foi. Foi muito, inclusive.
MUITO. Pro bem e pro mal, foi muito.
Eu sou alérgica a tranquilidade. E o meu remédio é transformar a minha vida numa zona cada vez que ela começa a se estabilizar.
Já estamos em Julho, mas o espírito de Festa Junina permanence vivo.
Deixa eu explicar vai:
Temos a galera devota de Santo Antônio, que fica ali em volta do mastro fazendo promessa e querendo casamento.
Temos o povo batalhador, que desafiando o óbvio da impossiblidade, insiste em tentar escalar o pau-de-sebo.
E como não podia faltar, temos o favorito de todos: A QUADRILHA.
Todo mundo trocando de par, pulando quando ouve “olha a cobra!” e mudando o sentido da caminhada a cada alerta falso, só pra suspirar aliviado e voltar atrás quando vem o esperado É MENTIRAAA.
É que nem aquela música do Chico Buarque:
AI A PRIMEIRA DAMA, O PRIMEIRO DRAMA, O PRIMEIRO AMOR…
Carlos amava Dora, que amava Lia, que amava Léa, que amava Paulo, que amava Juca, que amava Dora, que amava
Carlos que amava Dora, que amava Rita, que amava Dito, que amava Rita, que amava Dito, que amava Rita, que amava
Carlos amava Dora, que amava Pedro, QUE AMAVA TANTO, que amava a filha, que amava Carlos, que amava Dora, QUE AMAVA TODA A QUADRILHA