Tag Archives: recomeço

Tudo novo, de novo

O óbvio finalmente aconteceu: eu voltei.

Agora eu to .

Enjoy the ride.

Aviso: não adianta esperar uma sequencia do que existia aqui.

Supermoon

Eu sou péssima com small talk. Não sei puxar assunto, não sei manter conversas superficiais por muito tempo. Tá, saber eu até sei. Mas exige muito de mim, e eu não gosto. Eu falo muito, mas eu preciso de um certo tempo pra organizar as ideias na minha cabeça antes de falar. E muitas vezes durante esse tempo eu concluo que na verdade não preciso falar. O silêncio não me incomoda, ele chega a ser uma necessidade às vezes. Eu acredito muito naquilo que Mia Wallace disse, que você sabe que encontrou alguém especial quando consegue calar a boca um pouco e aproveitar o silêncio.

Eu sempre busco esse momento, mas poucas vezes essa busca dá certo. As pessoas tendem a confundir silêncio com indiferença e eu não sou boa em me explicar. Mas aquelas que entendem se tornam essenciais pra mim.

Sábado era dia de lua cheia. A maior lua cheia dos últimos 20 anos. O que em circunstâncias normais poderia se transformar num inferno, já que eu sempre perco o controle nessas condições. Mas eu fiquei com preguiça. Preguiça de tudo que é sempre igual. Dos lugares, das pessoas, dos sentimentos repetidos, do repetitivo esforço em agir conforme a norma do “socializar”. E pela primeira vez eu entendi porque as minhas repetidas tentativas de mudança pós-carnaval culminavam sempre na repetição dos mesmos erros de antes: porque de nada adianta repetir em voz alta as promessas, é no silêncio que elas tomam a forma de algo possível.

Então eu fiquei em casa no sábado a noite. Pintei o cabelo, numa manifestação altamente superficial dessa necessidade mais urgente que nunca de mudar, e passei a noite assistindo televisão e dando risada com três daquelas pessoas que sabem dividir comigo todos os silêncios, dando a devida importância àqueles que querem dizer alguma coisa e sequer reparando naqueles que são apenas a tradução de uma intimidade que dispensa justificativas para as confusões que levam a esses turning points.

Acho que o grande segredo do silêncio é justamente esse: ele pode ser um abismo, mas não tem importância nenhuma quando existe uma certeza por trás dele. E eu tenho algumas certezas, por incrível que pareça. Esse sábado me trouxe mais algumas, novas e silenciosas como todas as certezas devem ser.

Obrigada pela paciência, agora acabou de vez a bad trip. :)

 

A vida até parece uma festa…

… mas não é não, bee.

Tá tudo bem. As coisas mudaram porque elas tinham que mudar, e vão continuar mudando porque é aos trancos que a gente anda pra frente.

Na real, você não tem como entender isso. Você acha que tem, ou talvez só quisesse ver mais de perto como é. Eu não sei bem porque, mas sei lá, se de alguma forma isso te ajuda a seja lá o que for, ótimo. Eu entendo que todo mundo adora um underdog, e que não tem tanta graça quando é de verdade. Não é pra qualquer um.

Ainda assim, acho válido, até justo. Espero que tenha te servido de alguma coisa porque, no fim das contas, foi muito útil pra mim. Eu tava precisando de um impulso, e mesmo que você não tenha idéia que no fundo, no fundo, tudo isso é consequência daquilo que poderia ter sido e acabou não sendo, mesmo que hoje não seja nada e eu nem saiba o que aconteceu com o “depois”, mesmo assim, eu te devia um agradecimento. Por ter me trazido de volta pra mim e me lembrado como era andar com meus próprios pés.

Novembro de saco cheio

Eu sei que eu tenho o dom no quesito fazer merda, mas novembro passou de todos os limites e eu cheguei numa lama somente equiparável à época pós-carnaval. Puta fase escrota, em suma.

Mas agora começou o verão. Já ralei o tchan na sarjeta o suficiente pra me tornar parte dela, hora de quicar de volta. OU SEJA:

As únicas coisas que eu ainda tenho são as coisas que restaram dos últimos, sei lá, 4 anos de freak-show-relationships. E eu não tenho porque ficar lembrando da maioria delas. Então to jogando tudo fora: caixinhas de fósforo de motéis, bilhetes e tralhas que eu acho que deviam me lembrar alguma coisa mas que sinceramente eu nem tenho idéia do que.

Na boa, parece que eu já tirei o peso de um ser humano com superávit de IMC dos meus ombros. E isso é só o começo.

E que se iniciem os trabalhos do verão eterno de uma mente sem lembranças.

“Tá pronta pra rasgar o RG?”

Foi o que os caras do estúdio me disseram assim que eu cheguei lá ontem. Já explico o porquê, mas antes gostaria de compartilhar com vocês uma belíssima canção, muito comovente, que tocava enquanto eu esperava meu decalque:

BONITA NÉ? ME EMOCIONO TODA VEZ.

Então, assim. Quando eu cheguei, os meninos falaram a frase que intitula esse post porque ok, eu já tinha 7 tatuagens, algumas delas bem visíveis e coloridas. Mas querendo ou não, elas eram discretas. Uma manga fechada não é uma coisa que dá pra esconder. Seu corpo muda e passa a ser, definitivamente, território tatuado. Eu sei que vai parecer piração e exagero, mas você se SENTE diferente. Só do cara pegar a gillette e depilar seu braço dá pra ver que as coisas nunca mais serão as mesmas.
E sei lá, acho que eu tinha mais alguma coisa pra dizer… Ah, significado. Na real não é assim uma coisa mega existencial. O que eu sei é que eu olho pra ela e automaticamente penso na palavra “linger”, no significado dela – não, pelamordedeus a música dos Cranberries não:

“To be slow in leaving, especially out of reluctance. To pass (a period of time) in a leisurely or aimless manner.”

Eu sou assim né. Eu tenho essa tendência a me perder pelos caminhos quando eles mudam de repente. Eu volta e meia fico pra trás na história. E quando isso acontece, não rola um desepero. É mais uma coisa lesada, uma curva aberta.
Eu me enrolo.
Enfim, main point is: é bonito. Eu gosto. E agora eu rasguei o RG. Outra pessoa, outro caminho

This slideshow requires JavaScript.

“What lingered after them was not life, but the most trivial list of mundane facts: a clock ticking on a wall, a room dim at noon, and the outrageousness of a human being thinking only of herself.”

Ah, mais tarde tem Fuck Art, Let’s Dance no Seje Menas. Cola lá ;)

When You Were Young

Cara Tatiana:

Favor manter em mente que no último carnaval você fez uma tatuagem logo acima do calcanhar esquerdo exatamente pra meter na cabeça que às vezes o único jeito é deixar as coisas irem embora.

Grata,

Sua consciência.

You sit there in your heartache
Waiting on some beautiful boy
To save you from your old ways
You play forgiveness
Watch it now – here he comes

He doesn’t look a thing like Jesus
But he talks like a gentlemen
Like you imagined when you were young

Can we climb this mountain
I don’t know
Higher now than ever before
I know we can make it if we take it slow
Let’s take it easy
Easy now, watch it go

We’re burning down the highway skyline
On the back of a hurricane that started turning
When you were young

And sometimes you close your eyes and see the place where you used to live
When you were young

They say the devil’s water, it ain’t so sweet
You don’t have to drink right now
But you can dip your feet
Every once in a little while

You sit there in your heartache
Waiting on some beautiful boy
To save you from your old ways
You play forgiveness
Watch it now – here he comes

He doesn’t look a thing like Jesus
But he talks like a gentlemen
Like you imagined when you were young
When you were young

I said he doesn’t look a thing like Jesus
He doesn’t look a thing like Jesus
But more than you’ll ever know

Don’t Shoot Me Santa

… Ou: I don’t blame you for being you, but you can’t blame me for hating it.

Engraçado como o excesso de cuidado leva a desastres desnecessários, que poderiam ter sido evitados caso a gente não se preocupasse tanto. Foi a primeira coisa que eu aprendi com você, talvez a mais importante.

Não, acho que não.

Talvez o mais importante tenha sido eu aprender a reconhecer minhas fraquezas e limitações. Eu sempre me coloquei numa posição de vítima porque era assim que eu enxergava os fatos. E não se tratava de hipocrisia, era só a visão de alguém que não sabe calcular a dimensão dos próprios atos. Até você chegar, eu não sabia que tinha o poder de determinar escolhas que amenizassem as consequências das correntezas de circunstâncias inevitáveis.

Foi você quem mostrou o quão egoísta eu posso ser. E que isso pode tanto ser um desvio de caráter gravíssimo quanto a salvação, basta saber a hora certa de deixá-lo se manifestar. E você me ensinou qual a hora certa. O egoísmo é a melhor defesa contra manipulação quando nos permitimos seduzir por realidades ilusórias nas quais somos isentos de qualquer responsabilidade. O problema é que esse caminho aparentemente mais fácil rouba o melhor de nós, tudo aquilo que poderíamos ser.

É, na verdade é isso.

A coisa mais importante que você me ensinou é que eu posso ser muito mais do que tenho sido. Mais do que refém da dor de cabeça das manhãs que seguem  noites desperdiçadas, basta eu tentar.

Eu não tenho tentado faz tempo. Talvez nunca tenha feito esforço nenhum, pra ser bem sincera. Eu não me perdi por sua causa, muito pelo contrário. Eu estou me enxergando pela primeira vez, e devo isso não só a você, mas a todos aqueles que vieram antes e que me nocautearam também.  Bateram até que eu caísse na lona exausta, arrebentada, sangrando, e me deram a mão pra levantar e continuar lutando, só pra me dar mais uma surra. Foi tanta porrada, tanto golpe certeiro, que eu parei de sentir dor. Eu deixei de me importar.

E foi você quem percebeu isso. Você logo percebeu que eu apanhava e não reagia. Então você fez o contrário. Me deu todas as chances que eu nunca tinha tido e permitiu que eu estragasse todas. Você me deu tudo que eu sempre pedi. E isso doeu mais do que qualquer pancada. Você não me jogou no chão, você me desafiou a levantar sozinha.

Agora eu sei que a única dívida que eu tenho é comigo mesma. E que eu posso pagá-la.

Agora eu sei que as coisas não se repetem porque preciso consertá-las, e sim porque sempre se repetirão para que todos os envolvidos tenham a chance de aprender com elas.

Eu não preciso mais fazer parte disso. Eu nunca precisei.

Obrigada.

————————————————————————————————————————————————–

Considerando minha leseira, esse tem todo o potencial pra ser o último post do ano.

Eu sei que não tá lá grandes coisas, mas tentei caprichar. Porque 2009 mereceu meu respeito.

E porque 2010 tem tudo pra ser o melhor ano da minha vida.

Hasta!

You’re So Vain…

… You probably think this song is about you.

21:18:51 Mi__ॐ: vc é.. vc é a atormentada do rolê
21:19:12 tatiana ®_love will tear us apart: é, de fato
21:19:15 tatiana ®_love will tear us apart: mas eu melhorei mto
21:20:49 Mi__ॐ: ai, nao sei sócia
21:20:55 Mi__ॐ: p/ mim vc será sempre atormentada

Eu serei eternamente lembrada pelo dias em que eu cometi os atos mais estúpidos. A entender:

- O dia que eu saí pra tomar açaí e acabei dançando eroticamente “Menina Veneno” num posto de gasolina da Mooca
- O dia que eu resolvi fugir do role enquanto todo mundo dormia, pulei o portão da casa, prendi a bota e fiquei pendurada de cabeça pra baixo
- O dia que eu pulei na porta de um prédio e resolvi que não descia até a policia aparecer
- O dia que eu subi no palquinho da Roxy sem camisa
- O dia que eu dei uma voadora no filhadaputa que tentou roubar meu copo de vodka com groselha no ponto de ônibus da Paulista
- O dia que eu entrei no Love Story abraçando o segurança e falando que era puta pra não ter que pagar

Entre outros.

Não que eu tenha vergonha. Tenho inclusive um certo orgulho. A única coisa é que assim, todos esses atos, sem exceção, foram derivados de um mesmo sentimento: A DOR DE CORNO.

Porque assim, quando eu me sinto rejeitada eu não me tranco em casa com chocolate. Eu faço questão de ir pra rua, obviamente pra onde eu sei que o ser humano estará. Aí eu me torturo um pouco, depois invisto em ficar muy loca de mi cu e abrir mão por completo de qualquer traço de dignidade que ainda me reste.

Ou eu costumava fazer isso.

Porque sinceramente, eu to ficando velha demais pra certas coisas. Não pra dar vexame, claro. Até porque, minha função é essa. As pessoas contam comigo pra ser sempre a mais inconseqüente e sem noção. Minha melhor amiga, menina de boa família e freqüentadora das altas rodas, me considera o freak show de estimação dela. E eu gosto de cumprir esse papel. Alguém tem que escandalizar.

O que já não da mais pra fazer é ficar remoendo o abuso emocional que certas pessoas praticam como esporte.

Eu tenho 21 anos. Eu optei por não voltar pra Nova York pra construir uma vida aqui, porque eu já brinquei o bastante de mochileira. Não que eu não tenha vontade de vez em quando de mandar tudo a putaqueopariu, pegar minhas coisinhas e vazar de novo. Óbvio que eu tenho. Uma vez por semana no mínimo. Não é fácil ser gente grande. Cansa. É frustrante. Entedia. Mas não mata ninguém.

O que mata é somar isso a doses homeopáticas, porém regulares, de psicose emocional. Eu já curti muito viver nessa montanha-russa. Hoje eu olho pra trás e vejo quantas vezes eu mendiguei afeto, pedi esmola, implorei… Fui patética, enfim.

Não que eu me isente de culpa. Muitas vezes a escrota fui eu. E karma é uma merda né, nunca falha, então eu paguei – bem caro – por toda e cada uma das sacanagens que eu cometi irresponsavelmente. ATENÇÃO AO TEMPO VERBAL: PAGUEI. Pretérito.

Eu já não me sinto em dívida com as forças cósmicas de causa e conseqüência. Eu posso me dar ao direito de ser feliz. E isso significa romper com relacionamentos doentios de todo e qualquer tipo – coisa que eu já comecei a fazer alguns meses atrás, mas que atinge seu ápice RIGHT NOW. Porque assim, tem muita gente que vale a pena por aí pra eu ficar perdendo meu tempo com histórias que eu já sei de cor. E quando eu digo que tem afirmando categoricamente, é porque tem sim, tive certeza nesses últimos dias.

To indo pra praia amanhã. Vou passar três dias chocando moços que mamãe chamaria de bons-partidos mas que eu chamo de salames. Beberei ininterruptamente até segunda-feira. E na volta, fikdik, eu só vou me dar ao trabalho de sair com gente que não me canse a beleza.

Beijos, se liga. Enfia o telefone no cu.

feliz

Wonderland

“Você já adivinhou a charada?”, perguntou o Chapeleiro, virando-se novamente para Alice.
“Não, eu desisto”, Alice respondeu. “Qual é a solução?”
“Eu não tenho a mínima idéia”, disse o Chapeleiro.
“Nem eu”, disse a Lebre de Março
Alice suspirou enfastiadamente. “Eu acho que você deveria fazer coisa melhor com seu tempo”, ela disse, “ao invés de gastá-lo com charadas que não têm resposta.”
“Se você conhecesse  Tempo tão bem quanto eu conheço”, o Chapeleiro falou, “não falaria em gastá-lo como se fosse uma coisa. Ele é uma pessoa.”
“Eu não sei o que você está dizendo”, disse Alice.
“Claro que não!” o Chapeleiro disse, sacudindo a cabeça desdenhosamente. “É muito provável que você nunca tenha falado com o Tempo!”
“Talvez não”, Alice replicou cautelosamente, “mas eu sei que tenho que marcar o tempo quando aprendo música.”
“Ah! Isso explica”, concluiu o Chapeleiro. “Ele não vai ficar marcando compasso para você. Agora, se você ficar numa boa com ele, poderá fazer o que quiser com o relógio”

————————————————————————————————————————

Toda vez é a última – até que venha a próxima.

A primavera começa terça, dia 22/09, às 18:18 (make a wish). Demorou já.

Hora das coisas acontecerem. Coisas novas, que as de sempre já perderam a graça.

Pé na estrada então, baby.

trip 188

Beijonãomeliga

Antes deixa eu só dividir aqui minha antipatia com a humanidade hoje.

NIHHHHHH QUE BODEEEEEEEEEEEEEEEEE

Pronto.

Não vou nem falar o porque de tamanha implicância, porque nem vale a pena.

Mas sério mesmo. Foi feio isso. Então chega. Não vou perder nem mais um minuto com essa merda toda que eu tenho mais o que fazer da vida.

E quando eu não tiver, vou me ocupar com qualquer outra coisa. Nem que seja com discussões altamente relevantes como essa:

♫ ♪ adriana™ says: (17:28:19)

eu sempre tento tirar fotos da minha mesa e nunca saem legais

pq q as suas saem?

tatiana ® says: (17:29:08)

primeiro pq a minha mesa é mais style

segundo pq eu tiro foto mto bem

mwahuauhuahuauhuauhaua

♫ ♪ adriana™ says: (17:29:19)

ah mas nao é mesmo

a minha é MTOOOOOOOO mais style

tatiana ® says: (17:29:36)

sonhoooo meuuuuu

♫ ♪ adriana™ says: (17:29:56)

q q a sua tem de mais style q a minha?

hum?

fala!

tatiana ® says: (17:30:08)

começa pela pessoa que senta nela

HAHAHAHAHAHAHA

♫ ♪ adriana™ says: (17:30:17)

dur

a pessoa não aparece na foto

tatiana ® says: (17:30:34)

já influencia

meu, eu tenho vários bonequinhos style

♫ ♪ adriana™ says: (17:30:40)

eu tambem ué

na minha tem plantinha, caixinha, porta retrato

tatiana ® says: (17:31:05)

nossa, cala a boca, plantinha é super corporativo

♫ ♪ adriana™ says: (17:31:20)

eu crio ela com o maior carinho do mundo

ela já cresceu horrores sob a minha supervisão

tatiana ® says: (17:31:48)

se liga, eu tenho smurfs na mesa

mto mais  style

♫ ♪ adriana™ says: (17:32:04)

não aparecem na foto

vc tem calendáriooooo

ahahahahah sua brega

ahhh achei os smurfs

tatiana ® says: (17:32:29)

eu ganhei o calendario da gráfica que faz as coisas pra gente, ô imbecil

desculpa se eu sou organizada

♫ ♪ adriana™ says: (17:35:09)

agora q eu to vendo q a gente ta discutindo pela mesa

tatiana ® says: (17:35:18)

meu, na boa

a gente sempre discute pelas coisas mais imbecis

♫ ♪ adriana™ says: (17:35:51)

é vero

tatiana ® says: (17:36:37)

isso é amor

♫ ♪ adriana™ says: (17:36:46)

fato