hoje bateu um negócio que eu não sentia desde o comecinho de 2010.
achei que devia deixar isso registrado, pra futura referência ou coisa do tipo.
hoje bateu um negócio que eu não sentia desde o comecinho de 2010.
achei que devia deixar isso registrado, pra futura referência ou coisa do tipo.
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“vou passar o réveillon de vermelho e amarelo pq quero amor e dinheiro”
“ce quer um big tasty tb né, pq passar o ano novo de uniforme do mc donald’s só vai faltar perguntar se iemanjá vai querer nota fiscal paulista da oferenda.”
minha grosseria característica e semi-involuntária à parte, o fato é que eu tenho lá minhas manias – muitas delas – mas em termos de hábitos, eu prefiro ter vícios a superstições.
hoje é sexta-feira 13, mas as únicas entidades que me assustam são aquelas que mandam mensagem desde cedo perguntando qual a programação da noite. até porque ontem eu já encerrei meu dia tropeçando no mendigo que tava gorfando na esquina de casa então o negócio é o seguinte: azar é para os fracos, os fortes encaram eventos bizarros como estilo de vida.
e como já diria minha avó: “pisou na merda abre os dedos”. vamo beber que a vida não tá fácil pra ninguém mas difícil mesmo é jogar ubongo depois de três tequilas e um copo de rum com coca-cola.
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CELIA: Well, thank you, Shane. Everyone thinks I’ve lost my mind.
SHANE: Everyone thinks I’m weird.
CELIA: I can see how you might give that impression.
SHANE: I really don’t care what they think.
CELIA: Well good for you. Let your freak flag fly.
SHANE: Really?
CELIA: I’ve recently stopped giving a shit what anyone thinks, and I’ve got to tell you, I feel great.
SHANE: But you have cancer.
CELIA: And you have a dead father. We both make people really uncomfortable, and there’s no way around it, so we can either feel all self-conscious and pretend everything’s normal, or we can just be our strange selves and let the rest of the world go fuck itself.
hj é sexta, então…
fuck this shit, let’s be freaks!
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Exatamente 1 ano atrás, dia 26 de março – ok, não exatamente um ano mas por diferença de dois dias dá na mesma né -, eu resolvi institucionalizar a putaria e canalizar essa minha missão de vida que é montar playlists. Disso nasceu o Fuck Art, Let’s Dance. O nome veio de um vídeo que eu vi, sei lá, 3 ou 4 anos atrás, que era um projetinho de criança guei que poderia muito bem ser meu filho dançando electro com uma camiseta new rave com essa frase que virou praticamente um lema de vida de uma época que se resumia a exactamente isso. Ainda se resume, de certa forma, mas depois desse 1 ano o Fuck Art, Let’s Dance tá entrando em férias, como direi, permanentes. Talvez um dia eu volte, mas como eu acho difícil, fica uma seleção muito da tetéia, pra marcar tanto a comemoração quanto a despedida.
SAIO DA MIXTAPE PRA ENTRAR NA HISTÓRIA (link do 4shared)
TRACKLIST
Cardiac Arrest – Teddybears feat. Robyn
Barcelona – Plastiscines
Stitch Me Up – Julian Perretta
Magic – B.O.B. feat. Rivers Cuomo
Ten-Twenty-Ten – Generationals
Get Outta My Way (Penguin Prison Remix) – Kylie Minougue
Rolling In The Deep – Adele
Anna Sun – Walk The Moon
Need You – Travie McCoy
If You Wanna – The Vaccines
Too Fake – Hockey
Barbra Streisand – Duck Sauce
Who Am I To Feel So Free – MEN
Second To None – Phoenix
Groslandic Edit – Of Montreal
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gabi: ce vai se encontrar nessa música.
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Olha eu tive uma semana tão cu que não to com cabeça pra piadinha. Não que as que eu faço quando to com cabeça tenham graça mas ok, o importante é que hoje é sexta e que essa semana o Fuck Art, Let’s Dance tem irish punk porque ontem foi St. Patrick’s Day. Ou seja, hora de beber e quebrar a porra toda.
SIGAM- ME OS HOOLIGANS (link do 4shared)
TRACKLIST
Blister In The Sun – Violent Femmes
Kids – Two Door Cinema Club
Nice Guys – We Are Scientists
Hands – The Ting Tings
It’s OK – Cee-Lo Green
Get Your Rocks Off – Primal Scream
Human – The Killers
Blow – Ke$ha
(Drawing) Rings Around The World – Super Furry Animals
I Saw It On Your Keyboard – Hellogoodbye
Look At Me (When I Rock Wichoo) – Black Kids
Don’t Slow Down – Matt & Kim
Angel Eyes (Fabriclive Mixed by Cut Copy) – Roxy Music
Spell It Out – Pint Shot Riot
Vices and Virtues – Dropkick Murphys
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Eu to há umas 2 ou 3 semanas sem postar o Fuck Art, Let’s Dance certo? Certo. Isso se chama falta de vergonha na fuça. Mas beleza, agora volta o cão arrependido, com suas orelhas tão fartas, com seu osso roído e com o rabo entre as patas.
O VERSO É REPETIDO 44 VEZES (link do 4shared)
TRACKLIST
Under Cover of Darkness – The Strokes
Bring The Light – Beady Eye
Marathon – Young Liars
Barricade – Interpol
Flux – Bloc Party
Get Some – Lykke Li
I Believe In a Thing Called Love – The Darkness
Armistice (RAC Remix) – Phoenix
Lions In Cages – Wolf Gang
The Shark Fighter! – Aquabats
Rope – Foo Fighters
Flagpole Sitta – Harvey Danger
Click – Little Boots
Jerk It Out – The Caesars
Tem gente que odeia aniversario, tem gente que ama. Eu to no segundo grupo. Até porque cada ano de vida é uma conquista, convenhamos. Eu curto tanto fazer aniversário que o meu é só na terça e hoje eu já to me dando de presente essa playlist. As comemorações também começam agora e terminam só domingo que vem. Ou seja, se eu DE FATO sobreviver aos 23, será um EPIC WIN.
ACEITO PRESENTES ETÍLICOS E/OU SEXUAIS (link do 4shared)
TRACKLIST
Crash Years – The New Pornographers
Take Me To a Higher Plane – Kate Nash
D. A. N. C. E. – Justice
Lover, Killer – The Foxes
So Alive – Ryan Adams
Never Get Enough – Das Pop
Nobody Move, Nobody Get Hurt – We Are Scientists
Rock ‘N’ Roll Lies – Razorlight
Ambitions – Donkeyboy
This Charming Man – The Smiths
Criminal – Fiona Apple
Anyway You Choose To Give It – The Black Ghosts
Good Graces, Bad Influence – The Spill Canvas
Monster Mash – The Misfits
Rome – Phoenix
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Hoje é um daqueles dias nos quais a humanidade se divide entre aqueles que tão comemorando a renúncia do Mubarack e aqueles que tão comemorando o lançamento de Born This Way da Lady Gaga. E eu to aqui tentando decidir se desço pra praia ou se desço a Augusta mesmo.
ESSA É A MISTURA DAS GUEI COM O EGITO (link do 4shared)
TRACKLIST
Hurra – Die Ärzte
Fade Like a Shadow – KT Tunstall
Seven Nation Army – White Stripes
Timebomb – Rancid
Blonde Comme Moi – BB Brunes
Starstrukk – 3OH!3 feat. Katy Perry
Lights & Music – Cut Copy
Get Ready – The Blood Arm
First Date Mullet – Pony Pony Run Run
Boy – Ra Ra Riot
Bus Stop Lovers – My Federation
Mine Is Yours (Passion Pit Remix) – Cold War Kids
Dignity – New Politics
Roman History – Pet Lions
You, Me & The Burgeoisie – The Submarines
Um bom resumo dessa semana que passou e do fim de semana que se aproxima é um trecho da primeira música da playlist:
WE DON’T KNOW WHAT WE’RE DOING, LET’S DO IT AGAIN! (link do 4shared)
TRACKLIST
Amateur Lovers – Switchfoot
An Honest Dilemma (Final Mix) – Alvarez Kings
Superafim – Cansei de Ser Sexy
Unbelievable – EMF
Rich Girls (The Twelves Remix) – The Virgins
I Get All The Girls – Calvin Harris
The One – Foo Fighters
When I Grow Up – Garbage
Billie Holiday – Miike Snow
Favourite Colour – Tokyo Police Club
Lipstick – Buzzcocks
Someday – The Strokes
Let Love Rule 2009 (Justice Remix) – Lenny Kravitz
The Way My Heart Beats – Good Shoes
When The Sun Goes Down – Arctic Monkeys
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1º feriado do ano: Tatiana curtiu isso.
ME PEGA NA SAÍDA (link do 4shared)
TRACKLIST
Rally – Phoenix
Whip My Hair (Drowning In Blood) (Willow Smith Cover) – Skull Tape
Skeleton Boy – Friendly Fires
Let’s Dance To Joy Division – The Wombats
Yours and Mine – HotKid
Heads Will Roll – Yeah Yeah Yeahs
I’m a Believer – Smash Mouth
Get Free – The Vines
Le Disko – Shiny Toy Guns
Lump – Presidents of The United States America
Beggin – Madcon
Hot Kiss – Juliette & The Licks
Out Of The Blue – Julian Casablanca
Ambling Alp – Yeasayer
Æ galera de cowboy, o Fuck Art, Let’s Dance mudou de casa. Tamos aqui toda sexta a partir de agora. Pra quem não sabe, Fuck Art, Let’s Dance é uma playlist semanal de *fogonocu* que por um ano habitou os fantásticos domínios hypes do Seje Menas (o porque do nome vc vê aqui. Os episódios antigos, aqui) mas por motivos de eu estar com muita preguiça de ser cool e hype (vide flogão) vem pra essa linda sarjeta do Eu Tenho Problemas - mas se você é bunita e trabalhada no trendsetting NUM CHORA NÃO, o blog continua lá a cuidados do Tom. Enfim, BORA SACUDIR O SERPENTÁRIO?
VEM NA MINHA (link do 4shared)
TRACKLIST
Bird Song – Florence and The Machine
What You Know – Two Door Cinema Club
Readers & Writers – Idlewild
Underdog – Kasabian
Na Na Na Na Naa – Kaiser Chiefs
I Want Nothing – The Black Ghosts
O My Heart – Mother Mother
Dance With Somebody – Mando Diao
Safari Disco Club – Yelle
She’s a Rejector – Of Montreal
Wonderful Life – Hurts
3 Little Words – Frankmusik
Little Secrets – Passion Pit
Quinta-feira, onze da noite. O lugar: um bar/restaurante/lanchonete. Dez garrafas de Heineken vazias na mesa onde um cara e uma menina transitam entre o samba, o rock e o hype, cantando trechos de música e remontando com os versos as histórias que viveram ou inventaram.
E que atire a primeira pedra quem nunca foi um bêbado empolgado cantando “vou festejaaaaar, o teu sofrer, o teu penar”
Basicamente, é isso que acontece toda semana. Eu sei que vocês tão aí pensando “porra, QUE FASE hein”. E eu concordo, até certo ponto. Mas eu queria que vocês entendessem que essas fases podres são as melhores, sempre. Meu ano se dividiu em 3 partes: depois do carnaval até junho, de junho a outubro, e agora. Ou: podre – comportada – podre de novo, como preferirem. “Comportada” é, claro, um conceito muito relativo. Mas enfim, foram alguns meses em que eu fui menos Susi Sarjeta. E foram meses do caralho, eu tava focada numa situação e aprendi muita coisa com ela. Agora eu to adquirindo aquele tipo de sabedoria Bukowskiana, com bafo de cerveja e cigarro pendurado na boca enquanto o assunto gira em torno de publicidade, mulher, sexo e sujeira de forma geral. Parece baixaria, e às vezes descamba pra isso mesmo, mas na maior parte do tempo, é uma válvula de escape para as ideias.
Cara, a gente passa o dia exercitando a criatividade sob pressão. As cobranças são imensas, os prazos são minúsculos e a gente vive competindo com alguém. É cansativo, quase massacrante. A gente pega uns trampos pesados, às vezes lida com morte, de vez em quando passa o dia buscando caminhos pra propostas engessadas. Rala pra caralho pra colocar graça em lei. Sair disso e ir pro bar é sintonizar numa rádio pirata. É outra frequência – livre, mesmo que cheia de ruído.
Aí quando dá meia noite as mesas já foram viradas, passaram esfregão no chão e a garçonete já não usa mais uniforme e começa aquele tipo de discussão na qual os argumentos são baseados no time que você torce. Coisa de moleque, de maloqueiro, fingindo que não percebe que os funcionários tão expulsando a gente dali.
De repente passa na calçada um bando de adolescente pedindo guardanapo. A gente oferece pra eles seda de verdade e faz o dia dos meninos.
Missão cumprida, a gente finalmente levanta e atravessa o bairro a pé, trançando as pernas depois de quinze garrafas e dando risada das desgraças que tem que encarar todo dia quando abraça essa história de ralar que nem condenado durante o dia e arregaçar na vida bandida toda noite.
No fim das contas, vale muito a pena.
PS.: Logo menos eu to postando o no Seje Menas o Fuck Art, Let’s Dance dessa semana, E mano, vai lá pq esse episódio tá lindo demais.
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Bom gente, eu to desde segunda tentando escrever um post sobre O QUE FOI o Planeta Terra e tudo ficou altamente babaca. Então eu deixo vocês com um trecho de filme que resume bem como eu tenho me sentido desde que saí do Playcenter às 3 da manhã de sábado:
“There was madness in any direction, at any hour. You could strike sparks anywhere. There was a fantastic universal sense that whatever we were doing was right, that we were winning. And that, I think, was the handle – that sense of inevitable victory over the forces of old and evil. Not in any mean or military sense; we didn’t need that. Our energy would simply prevail. We had all the momentum; we were riding the crest of a high and beautiful wave.”
(Fear and Loathing in Las Vegas)
Let’s have bizarre celebrations, let’s forget who forget what forget where…
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I don’t wanna be kept, I don’t wanna be caged, I don’t wanna be damned, oh hell!
I don’t wanna go back, I want a new day and age.
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Aperta o play aqui pra ler.
O problema da Augusta é que a gente sempre vai descer a Augusta. Eu, você, todo mundo que tem um passado lá. Porque por mais que a gente tente escapar de tudo que ela nos lembra quando tudo aparenta estar bem, basta alguma coisa dar errado pra gente ver o passado sob outra perspectiva, e aqueles tempos e aqueles porres passam a ter um significado completamente diferente.
A Augusta é como um mínimo denominador comum. O melhor e o pior de cada um de nós está espalhado por entre corpos, copos e bancos tortos de bares imundos. Tudo que a gente é hoje passou pelas mesas de sinuca e esquinas escuras dessa rua que tanto amoleceu nosso caráter com doses generosas de sexta-feira à noite.
O tempo e as decepções te carregam pra longe, mas de repente esse mesmo tempo te arrasta de volta por conta de outras frustrações e você se vê descendo aquelas mesmas escadas, parado em frente àquelas mesmas catracas do metrô Consolação, com a respiração falha por causa da corrida, por causa do atraso, encarando a sujeira impossível dos seus cadarços enquanto uma nova leva desfila aquela liberdade recém-descoberta que já foi tão desperdiçada por tantos antes. Eles exibem nas roupas e nos sorrisos aquele fascínio por tudo que lhes parece tão proibido e ao mesmo tempo tão… CERTO. E você ali, tentando se camuflar, tentando evitar o reencontro com tudo aquilo que para eles é um paraíso. Para eles é tudo novo, pra você não passa de reprise.
A eterna repetição dos passos, dos abraços, das balizas que as cinturas fazem para se encaixarem no espaço entre dois outros braços que possivelmente as guiarão rumo a uma nova existência infinitamente mais interessante. A insaciável curiosidade pelo que pode acontecer quando se está tão próximo de alguém que o ar se torna tão denso quanto o grave de um baixo. O contraste entre o ritmo lento dos movimentos e a rapidez dos goles e o efeito de anestesia temporária que esse fluxo gera. A incansável busca por alguma surpresa, a mesma coisa que você ainda procura.
As certezas deles, que um dia foram suas, hoje pra você não passam de dúvidas. Você aprendeu a abandonar a idéia de certo e errado de tanto se estrambelhar pelas calçadas, e nessa entrega completa às sarjetas perdeu a capacidade de se assustar com as infinitas possibilidades que a noite sempre oferece.
Mas basta voltar pra onde tudo começou que os instintos de antes te dominam. O medo, a vontade de quebrar as regras – as novas regras, aquelas que você mesmo se impôs -, o desespero de aproveitar cada instante antes que tudo acabe, seja lá o que “tudo” for quando não se tem nada a perder.
E segue-se a inevitável sequência de blefes e ensaios de inspiração brutalmente interrompidos por palavras vazias, e você então entende que está fora do jogo. Você precisa de outra coisa, que talvez nem fosse tão difícil não fora impossível.
Impossível porque, ao contrário do que acontece na Augusta, não é uma ameaça que se aproxima cada vez mais de você quanto mais você baixa a guarda. Pelo contrário, se afasta. Impossível porque a Augusta te prepara para um mundo que se desmancha em marcas invisíveis de lábios e digitais nos quadris, mas o mundo real é feito de marcas indeléveis no peito.
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E aí bate aquela sensação de que alguma coisa está pra acontecer.
Daquelas que mudam o eixo da sua vida.
Você não tem ideia do que, nem de exatamente quando, mas sabe que falta pouco.
E dá um frio na barriga filha da puta.
Porque todas as vezes que você sentiu alguma coisa parecida com isso, foi menos.
Porque sempre foi uma fase ruim e agora é uma fase boa.
Porque sempre deu medo, e agora você não tem medo de porra nenhuma.
Porque você sempre foi imprestável demais pra merecer alguma coisa minimamente decente e agora você é, digamos, uma pessoa de caráter.
Porque você conta pra sua irmã que está com essa sensação e tudo que ela te diz é:
Montenegro says: (7:24:23 PM)
relax
Montenegro says: (7:24:26 PM)
merda por merda
Montenegro says: (7:24:28 PM)
vc ja fez todas
Montenegro says: (7:24:30 PM)
auauauhha
DEFINITIVAMENTE ninguém me respeita nessa porra né, minha gente?
It doesn’t matter what you did and if you did it like you been told. True and everlasting, that’s what you want
PS.: Ah, caso interesse, hoje teve Fuck Art, Let’s Dance – confesso que não foi o melhor set da história, mas lá tá explicado melhor e né, caguei Brasil.
PS 2.: Deixa eu desabafar aqui que O QUE A GENTE NÃO FAZ POR AMOR NÉ? Puta merda, eu tô a caminho do Villa Country, e acho que quantidade de álcool nenhuma vai tornar essa situação menos LAMENTÁVEL. Eu vou pro céu, eu tenho certeza que esse tipo de atitude equilibra o meu karma.
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Eu ia postar alguma coisa hoje, mas tô passando mal demais com esse clipe. Quando eu me recuperar – o que não vai acontecer hoje -, voltamos à nossa programação normal.
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